DIABETES

A diabetes é uma condição crônica que se manifesta quando o corpo não consegue converter os nutrientes fornecidos pelos alimentos (derivados de carboidratos, proteínas e gorduras) na energia usada para garantir seu funcionamento normal. Esse “combustível” assume a forma de glicose, que é consumida pelo metabolismo para manter as funções vitais ou fica armazenada nos músculos, no fígado e como gordura.

SINAIS E SINTOMAS

Um dos sinais que identificam a diabetes é o aumento da glicemia no sangue. Pode haver tontura, muita sede, cansaço, a pessoa urina excessivamente.

PRINCIPAIS CAUSAS

Na origem da diabetes estão as alterações na quantidade ou na eficiência da insulina, um hormônio fabricado pelo pâncreas envolvido na transformação dos alimentos em energia. Há duas formas diferentes principais de diabetes:

TIPO 1 – Neste caso, o organismo não consegue produzir insulina e há necessidade de medicamentos para cumprir seu papel. A pessoa nasce com a doença e pode apresentá-la ainda na infância ou adolescência.

TIPO 2 – Seu aparecimento está relacionado ao estilo de vida, em geral ocorre uma associação da produção parcial de insulina e uma resposta diminuída do corpo ao hormônio, o que é denominado de resistência à insulina. Os fatores de risco para o surgimento da Diabetes tipo 2 são a obesidade, familiar próximo com diabetes (pai, mãe, irmãos e filhos), sedentarismo, hipertensão arterial, colesterol ou triglicérides alterados, ovários policísticos, histórico de doença vascular.

FIQUE ALERTA PARA O ESTADO PRÉ-DIABÉTICO

A manifestação da diabetes tipo 2 é precedida por um estado conhecido por pré-diabetes. Ele se caracteriza por uma elevação da glicemia no sangue e pode ser detectado por exames de sangue. A taxa glicêmica em jejum deve ficar entre 100 e 125 mg/dl. A recomendação para sair do estado de pré-diabetes é seguir uma alimentação saudável e praticar regularmente alguma atividade física. O uso de medicamentos como a metformina pode ser considerado.

TRATAMENTO

O controle da diabetes pode ser feito de várias maneiras: por meio de ajustes na alimentação e no estilo de vida e com medicamentos. O médico e o paciente devem manter uma relação próxima para encontrar a melhor estratégia para cada caso. Mas vale dizer: em todos os casos, é fundamental conhecer mais sobre a doença. Estudos mostram que os pacientes mais informados são os que tem melhor adesão ao tratamento.

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