A amamentação e os hormônios

Amamentar faz mais do que nutrir o bebê – também estreita os laços entre mãe e filho. Mas é uma fase de muitas alterações fisiológicas no corpo da mulher, devido à ação dos hormônios. 

Funções dos hormônios

O hormônio oxitocina, produzido pelo cérebro, exerce funções importantes para o corpo. Nas mulheres, além de ser responsável pelas contrações no parto, age na liberação do leite. A prolactina, mais conhecida como o hormônio materno e secretado pela adenohipófise, estimula as células dos seios na produção do leite. Outros hormônios também preparam o corpo da mulher para gerar um bebê como o estrogênio e a progesterona, que agem em conjunto no ciclo menstrual. Entretanto, durante a gestação, os hormônios da tireoide são fundamentais no desenvolvimento fetal saudável.

O emocional da mulher

Quando a mãe está em situações estressantes e com alterações emocionais, o nível de adrenalina e de outros hormônios pode aumentar ou diminuir, bloqueando a oxitocina e prejudicando a amamentação. Durante a gestação, é importante que a mulher tenha acompanhamento médico para tratar possíveis disfunções hormonais como o hipotireoidismo.

Leite materno: nutrientes para uma vida saudável

O leite materno é um alimento completo e contém proteínas, vitaminas e minerais essenciais para o desenvolvimento do bebê. Também reduz o risco do recém-nascido ter infecções intestinais e respiratórias, além de outras doenças. Recomenda-se, exclusivamente, o aleitamento materno até os 6 meses de vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde. A partir deste período, a dieta pode ser complementada com papinhas e sopas naturais, porém mantendo o leite materno. Depois, a amamentação pode se estender até os 2 anos ou mais.

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